
A terceira e última parte da série de reportagens do projeto Amazônia Pública foi até o oeste do Pará, onde o governo federal planeja construir pelo menos duas usinas hidrelétricas que podem trazer impactos ambientais inimagináveis para os 850 quilômetros de águas de tons azuis e verdes do rio Tapajós. Esta movimentação do governo começou a impulsionar a mineração, o garimpo clandestino e oficial de ouro e a expansão do agronegócio. Enquanto isso comunidades indígenas e de ribeirinhos lutam em vão pelo direito de discutir o que será de seu futuro.


